Eu quero vê esses mano vim pra cima na raça feroz, eu quero ver é o pesado, o complexo. Traz a tua cama que a minha já tá gasta, quero o novo ar da incoerência, eu provei da liberdade.
Meu rosto coça, coça por dentro. É agressivo, mas não é pra não ser, eu quero ferocidade, eu quero mais ira. Meu lado de nuvens foi se pondo de lado enquanto mais rochosos meus braços se tornavam, o musgo cresce nos meus poros… deixo de sentir a estrutura óssea. Minha boca amarga e encolhe como se tivesse comido mil limões. Seca e áspera, minha língua pede ajuda.
Arranho meu rosto na tentativa de coçar, o rosto fica difícil de sentir, começo a pensar que já não é mais só musgo, a madeira começou a apodrecer, faltam pedaços e surgem buracos.
30/11/10
A vida está acordando…
Cinco citrus, oito quatros
giram como bambolê;




