E morrer, no final das contas, não deve ser tão diferente de dormir. Cair em profundo sono eterno, ir embora pra nunca mais voltar, deixar esse passado de pura materialidade pra ser de éter em outros cantos, deixar a vida quieta um pouco e ir fuçar em outros bandos, pensar no caminho que foi-se 2fast, 2fast4me.
E então meu anjo, veio me visitar pra que fins? Me leva contigo, me deixa fluir… Minha pele sensível – por vezes em demasia – te sente queimando, responde ao seu beijo de bom dia como se estivesse explodindo em mil pedaços, milhões. Mas e agora? Você já tá aqui e eu já te tenho nas mãos, nos braços, nas pernas… Céus ali em cima dançam como se não houvesse mais o que fazer, esqueceram que ser inerte dói menos, esqueceram que parar faz-se maravilha quando a raiva já se foi, esqueceram que a vida é mais que nós. Hoje as palavras saem como um redemoinho de nothing else, saem sozinhas e saem rápido… Vem como um turbilhão de ti, right down in my throat.
Mas então amore mio, aonde jazes por aqui?





06/24/2011 às 4:54 PM
in the sunset
07/08/2011 às 5:56 PM
Lindo.