
É uma daquelas coisas que você não pode explicar, que não importa o quanto você enfeite o texto e declame ao mundo o quanto tudo parece se encaixar e fazer completo sentido, não importando o tamanho do post ou a formatação da página, não ligando pras luzes vermelhas nem pras azuis, não importa o quanto você explicite, sempre vai estar implicito.
Tem algumas coisas com as quais não se pode competir, eu sempre preferi não competir nem com as quais se pode, o conflito, pra mim, não é uma opção. O sorriso das vidas que eu levo, todos os risos, são ótimos. Ah, e tu me entende sobre aquele silêncio gostoso depois das risadas, eu sei que entende, tu me entende em vários pontos e não precisa de toque pra saber disso. Mas as coisas não são sempre como se quer, as coisas não podem ser, quem sabe em outra hora, outro ano, outra vida, quem sabe quando nós formos crescidos, quando tivermos esquecido o nosso breve e pequeno futuro, estrela pequena. E um dia estaremos eu, e muitas das pessoas que eu preciso sentados, vendo aqueles vídeos, aquelas fotos que fizeram de nós o que somos hoje, e tu também vai estar no meio do que me mudou. Olhando fundo naquela foto que não existe, querendo ser aquele dia que nunca houve, ultimamente querendo tanto coisas que nunca foram. E depois de todo esse discurso desconexo te lembro de que, não importa a situação, os tempos que tivemos juntos sempre estarão comigo, e contigo.
Hoje eu vi o 16:16




06/27/2009 às 7:54 PM
Esse texto me deixou curiosa.